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Protagonismo feminino marca liderança acadêmica na Unoeste

Coordenadoras de Medicina Veterinária, Engenharia Química e Escola de Negócios destacam desafios, conquistas e a força da mulher na formação de novas gerações


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Foto: Ector Gervasoni Protagonismo feminino marca liderança acadêmica na Unoeste
Patrícia Alexandra Antunes, Glaucia Prada Kanashiro e Nancy Okada aliam competência técnica, sensibilidade e liderança ética

Mais do que uma data simbólica, o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é um momento de reflexão sobre conquistas, desafios e, sobretudo, sobre o protagonismo feminino em espaços de liderança. Na Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), mulheres ocupam posições estratégicas à frente de cursos e áreas historicamente marcadas por desigualdades de gênero e transformam realidades por meio da educação superior.

À frente do curso de Medicina Veterinária da Unoeste, a diretora Glaucia Prada Kanashiro acompanha de perto a evolução da presença feminina na Medicina Veterinária. Formada em 1996, ela lembra que, embora sua turma já fosse majoritariamente feminina, muitas áreas ainda eram vistas como territórios masculinos.

“Hoje, as mulheres ocupam cada vez mais espaço na Medicina Veterinária. Essa evolução mostra que competência não tem gênero e que a presença feminina vem fortalecendo a profissão”, afirma.

Para Glaucia, liderar no ensino superior vai além da gestão acadêmica. “Ter um papel de liderança requer empatia, equilíbrio entre firmeza e sensibilidade humana. Conduzir o curso é cultivar ética e responsabilidade dentro e fora da sala de aula”.

Mãe, avó e inspirada pela própria mãe, ela reconhece que o instinto materno influencia sua forma de liderar. “Ouvir meus alunos com olhar de mãe auxilia muito na convivência e na formação deles”.

Na área de negócios, a coordenadora da Business School Unoeste (BSU) e diretora da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas da Unoeste, Nancy Okada, construiu sua trajetória pelo reconhecimento profissional. Iniciou como docente e assumiu funções de liderança a partir do desempenho e da dedicação ao trabalho.

“Minha nomeação foi resultado do reconhecimento do trabalho. Sempre busquei cumprir minhas responsabilidades e sugerir melhorias”, destaca.

Nancy defende uma liderança humanizada na educação, baseada em ética, escuta ativa e comunicação não violenta. “Você lidera pelo exemplo. Valorizar as pessoas, reconhecer atitudes éticas e praticar o respeito cria um ambiente inclusivo”.

Para ela, estudar e confiar na própria capacidade são pilares para mulheres que desejam empreender ou ocupar cargos de liderança. “É preciso se preparar, confiar nas decisões e inovar. E, principalmente, ser você mesma”.

Presença feminina em áreas estratégicas

Em um campo tradicionalmente masculino como a Engenharia, a coordenadora dos cursos de Química e Engenharia Química da Unoeste, Patrícia Alexandra Antunes, reforça a importância da representatividade feminina nas áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

Dados da ONU Mulheres indicam que pouco mais de 30% das formadas atuam nas áreas de STEM. Na Unoeste, o cenário ainda reflete esse desafio: 28,2% das estudantes de Engenharia Química são mulheres.

“Quando vemos outras mulheres ocupando posições de liderança, quebramos estereótipos e validamos esses espaços”, afirma Patrícia.

Ela atua incentivando alunas a enfrentarem desafios e coordena iniciativas como o projeto “Meninas na STEM”, que aproxima estudantes da educação básica do ambiente universitário e da formação em tecnologia e engenharia.

“Elas precisam se ver nesses lugares e entender que podem estar onde quiserem, seja no laboratório, na indústria ou liderando equipes”.

Equilibrar vida profissional, família e autocuidado é, segundo Patrícia, um exercício constante. “É uma balança. Há períodos de maior demanda profissional, outros da família. O importante é sempre voltar ao eixo central”.

As três coordenadoras compartilham uma convicção: ocupar espaços de decisão na educação também significa abrir caminhos para outras mulheres. Ao aliarem competência técnica, sensibilidade e liderança ética, elas reafirmam que o empoderamento feminino na educação superior não é apenas discurso, mas prática cotidiana.

“Não deixem que estereótipos limitem seus sonhos. Ocupem seus espaços e transformem a realidade com conhecimento e paixão”, ressalta a professora Glaucia.

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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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