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Ecologia Doméstica: mudança de comportamento começa em casa

Plano de Logística Ambiental Sustentável da Unoeste visa a redução de gastos e a minimização dos desperdícios e do uso dos recursos naturais


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Foto: Divulgação Ecologia Doméstica: mudança de comportamento começa em casa
Adote o princípio dos 3 R´s: reduzir, reciclar e reutilizar

Sacolinhas, comida, energia elétrica, água e papel. De que forma estamos gerando ou utilizando esses itens? Uma postura consciente em torno dos hábitos pode minimizar os impactos causados ao meio ambiente. Uma prática conhecida como ecologia doméstica.

Todo ano, produzimos mais de 2 bilhões de toneladas de resíduos no mundo, sendo que 99% dos produtos que adquirimos são jogados em apenas seis meses. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), para acomodar os 7,6 bilhões de habitantes do mundo, suprir o uso de recursos e absorver o lixo gerado seriam necessários 70% de outro planeta Terra. Para minimizar esses impactos é preciso adotar a ecologia doméstica, termo que se refere à mudança de comportamento e de atitudes que começam dentro de casa, mas se expandem para o trabalho, lazer e até mesmo nas escolas.

Isabela Marega Rigolin Fuzeto, docente do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Unoeste, diz que é possível reorganizar costumes que colaboram com a preservação dos recursos naturais. “O engenheiro ambiental também é importante no desenvolvimento e na evolução do planeta. Ele pode elaborar técnicas e alternativas que minimizem a utilização dos recursos naturais e no gerenciamento dos resíduos”.

A busca por práticas em prol do meio ambiente também é manifestada por instituições de ensino. Na Unoeste, desde 2015, existe o Plano de Logística Ambiental Sustentável. A coordenadora da iniciativa, Dra. Alba Regina Azevedo Arana, pontua que são desenvolvidas ações com uma nova visão de gestão eficiente, por meio de metas para a redução de gastos e a minimização dos desperdícios e do uso dos recursos naturais.

“Dentre as práticas que já adotamos, temos a segregação dos materiais descartados para o reaproveitamento dos resíduos e a redução da quantidade para disposição final; a coleta seletiva no campus II; o incentivo à alimentação saudável nos campi; além da usina solar fotovoltaica dando autossuficiência energética para a instituição”, revela Alba.

Ela acrescenta que o plano também será implementado nos campi de Jaú e de Guarujá. Na cidade jauense, haverá a instalação de estação de tratamento de esgoto e preparo para instalação de energia fotovoltaica. A caixa d’água terá uma reserva de 35 mil litros para o reaproveitamento das águas da chuva e do esgoto tratado.

Foto: Vitor Reis


Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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