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Direito conquista 1º lugar estadual na Arena Universitária

Estudantes de Direito enfrentaram 36 horas de desafios e colocaram em prática competências essenciais para a formação jurídica


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Foto: Marlene Reverte Acadêmicos participantes da competição posam para foto ao lado da professora Francislaine e do coordenador do curso, Sérgio Ronchi.
Acadêmicos que participaram da competição ao lado da professora Francislaine e do coordenador do curso, Sérgio Ronchi

O curso de Direito da Unoeste conquistou o 4º lugar na Arena Universitária, competição de alcance nacional que reuniu estudantes de diferentes instituições de ensino superior do país. Representada por uma equipe formada por alunos do curso de Direito, em Presidente Prudente, a universidade alcançou o 4º lugar nacional e o 1º lugar no estado de São Paulo.

A participação proporcionou aos estudantes uma experiência prática de aprendizado, marcada por desafios, pesquisa, raciocínio lógico, tomada de decisões, administração do tempo e trabalho em equipe, competências diretamente relacionadas à formação de profissionais para a área jurídica.

Para a professora doutora Francislaine Coimbra, que acompanhou a equipe durante a competição, o resultado representa motivo de orgulho para toda a comunidade acadêmica.

“Como professora, eu fico extremamente feliz porque o resultado vai muito além de uma colocação. Durante a competição, percebi nossos alunos trabalhando em equipe, pesquisando, raciocinando, enfrentando desafios para conseguir soluções sob pressão, administrando o tempo e buscando respostas”, destaca.

A participação contou com o envolvimento de 30 alunos, com incentivo do coordenador do curso de Direito, professor doutor Sergio Ronchi, e apoio da Reitoria.

Desafios que aproximam a formação acadêmica da prática

A Arena Universitária propôs uma dinâmica diferente dos formatos tradicionais de competição acadêmica. Na primeira etapa, os participantes enfrentaram 36 horas de desafios, incluindo a resolução de 110 questões, além de outros quatro desafios relacionados a um projeto.

De acordo com a estudante Karina Cordeiro da Silva, do 10º termo, a intensidade da competição exigiu concentração, estratégia e capacidade de lidar com a pressão.

“Foi bem longa e exaustiva. Contou com 36 horas de desafio no primeiro fim de semana para responder 110 questões. Além disso, tínhamos que realizar mais quatro desafios”, relata.

Após a primeira etapa, veio uma nova prova decisiva: um enigma cuja resposta final era composta por números. O desafio ainda envolvia um fator adicional de pressão, já que a pontuação diminuía conforme o tempo avançava.

A equipe da Unoeste conseguiu solucionar o enigma antes mesmo da liberação da primeira dica oficial. Com isso, alcançou 23 mil dos 25 mil pontos possíveis nessa etapa.

Para o estudante Daniel Mello Monteiro, do 10º termo de Direito, a experiência foi marcada pela necessidade de buscar diferentes caminhos para solucionar os problemas. “Cada participante teve seu momento de destaque e ajuda, pois a gente dependia do trabalho em equipe”, afirma.

Segundo ele, mesmo diante de questões que inicialmente pareciam não ter solução, os integrantes continuavam pesquisando e discutindo possibilidades até encontrar as respostas.

“Juntamos em uma chamada via Meet e pesquisamos muito até encontrar a resposta. No fim, uma pista levava a outra e conseguimos encontrar antes da primeira dica da coordenação da competição”, conta.

Trabalho em equipe como diferencial

Um dos principais aprendizados relatados pelos estudantes foi a importância da colaboração. Diante de problemas complexos e tempo limitado, cada integrante pôde contribuir a partir de suas próprias habilidades, conhecimentos e experiências.

Para Ana Cláudia Garcia, do 6º termo, a competição mostrou, na prática, a força da união diante de situações desafiadoras.

“O primeiro desafio teve duração de 36 horas seguidas e, em determinado momento, o cansaço falou mais alto. Ainda assim, como equipe, encontramos forças uns nos outros para continuar. Nos apoiamos, perseveramos e não desistimos”, afirma.

A estudante destaca que a experiência permitiu perceber que desafios inicialmente considerados impossíveis poderiam ser superados por meio da persistência, dedicação e união.

“Conquistar o 4º lugar nacional e o 1º lugar estadual tornou toda essa jornada ainda mais significativa”, completa.

Para Vitória da Cruz Silva, do 6º termo, a Arena Universitária foi uma experiência desafiadora e, ao mesmo tempo, enriquecedora. “Foi realmente muito interessante a forma com que foram apresentados os desafios, nos fazendo pensar fora do óbvio, sair da ‘caixinha’”, destaca. 

Ela também ressalta a importância do trabalho em equipe durante as atividades. Segundo Vitória, cada integrante tinha uma maneira diferente de enxergar os desafios, contribuindo para complementar as ideias e encontrar soluções em conjunto. “Fomos nos ajudando, entendendo cada desafio e, principalmente, nos incentivando para não desistir”, afirma.

Experiência que reúne conhecimento, tecnologia e raciocínio

O estudante Junior Cesar Santiago, do 4º termo de Direito, classifica a experiência como “maravilhosa e intensa”. Para ele, os desafios foram construídos de maneira a exigir dos participantes mais do que conhecimento acadêmico.

“Mesmo com a ajuda de inteligência artificial e pesquisa, eram difíceis de interpretar. O trabalho em equipe foi essencial para juntar as peças do quebra-cabeça mental exigido em cada minuto da competição”, explica.

Junior também destaca que a diversidade de experiências dentro da equipe foi fundamental para o resultado alcançado. “Ser mais avançado ou não no curso não fez diferença. Experiências de vida, capacidade de leitura, raciocínio e abstração fizeram mais do que conhecimento acadêmico”, avalia.

Segundo o estudante, a competição também mostrou como diferentes competências podem se complementar em um ambiente de desafios. “Cada componente da equipe, pela sua diversidade de experiências, agregou demais no alcance do resultado tão expressivo na primeira participação de todos em evento desse nível”, afirma.

Orgulho pela conquista e pelo desenvolvimento dos alunos

Para a professora Francislaine, o resultado alcançado pelos estudantes representa uma conquista coletiva. “Fico extremamente satisfeita de ver nossos alunos acreditarem que são capazes de competir e alcançar resultados tão expressivos. Essa conquista é deles, essa conquista é nossa, e com certeza eles fizeram história”.

A participação na Arena Universitária deixa, portanto, um legado que ultrapassa a classificação. Para os estudantes, ficam os aprendizados construídos em uma experiência de alta intensidade; para a universidade, o reconhecimento do potencial de seus acadêmicos e da importância de proporcionar oportunidades que conectem conhecimento, prática e desenvolvimento profissional.

“É um resultado que merece ser comemorado e que certamente ficará marcado na trajetória acadêmica de todos nós”, conclui Francislaine.

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Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

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